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Superplástico é produzido com adição do material mais forte do mundo

Superplástico é produzido com adição do material mais forte do mundo
Cristalização das nanoplaquetas de grafite, vistas por microscópio eletrônico.[Imagem: XG Sciences]

Nem bem o grafeno foi confirmado como o material mais forte que se conhece, outro grupo depesquisadores anunciou que já está utilizando o material para criar uma nova geração de plásticos ultra-resistentes.


Nanoplaquetas esfoliadas de grafite

O novo material foi batizado de XGnP: Exfoliated Graphite NanoPlatelets, nanoplaquetas esfoliadas de grafite. O grafeno é justamente a plaqueta de grafite mais fina que pode existir, uma folha de carbono com apenas um átomo de espessura.

A mistura com o grafeno tornou o plástico mais leve, mais resistente e com maior dureza do que o plástico tradicional. Os cientistas afirmam que ele é adequado para a indústria aeroespacial, mas que também poderá ser utilizado como elemento de segurança e redução de peso nos automóveis, reduzindo seu consumo de energia. Equipamentos médicos e esportivos são outras possibilidades de uso do plástico com grafeno.

O plástico com grafeno também é condutor tanto termal quanto elétrico, além de apresentar reduzida flamabilidade.

Usos do superplástico e do grafeno

“O XGnP pode tanto ser utilizado como um aditivo para os plásticos como isoladamente; ele pode levar a uma alteração radical no desempenho de muitos dispositivos eletrônicos e elétricos,” diz o professor Lawrence Drzal que, juntos com seus colegas, fundou a empresa XG Sciences para fabricar as nanopartículas de grafeno.

Ao citar equipamentos elétricos e eletrônicos, o pesquisador se refere às excepcionais propriedades elétricas e eletrônicas do grafeno, que o tornam adequado a ser utilizado na fabricação de baterias de lítio ou mesmo para formar coberturas condutoras transparentes sobre células solares, telas e monitores, entre outras possibilidades.

Aplicações avançadas

As folhas de grafeno estão sendo produzidas em pilhas com 10 nanômetros de espessura e larguras que vão de 500 nanômetros até várias dezenas de micrômetros. Os pesquisadores afirmam ser possível produzir o material nanoestruturado com propriedades químicas superficiais que o tornam compatível com água, resinas ou vários tipos de plásticos.

“Agora que nós sabemos como fabricar esse material e como modificá-lo de forma que ele possa ser utilizado nos plásticos, nossa atenção está sendo dirigida para aplicações avançadas, onde nós poderemos realmente fazer mudanças substanciais na forma como operam equipamentos eletrônicos, células a combustível, baterias e células solares, graças à adição desse material,” diz Drzal.

(Redação do Site Inovação Tecnológica – 13/08/2008)

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