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Promef, Detroit e Transpetro

Transpetro divulga estaleiros que seguem na concorrência do Promef 2

A Transpetro divulgou ontem o resultado da análise técnica das propostas para a construção de navios que integram a segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Os estaleiros Eisa (RJ), Mauá (RJ) e Atlântico Sul (PE), seguem na disputa de 10 navios a serem encomendados pela Transpetro em três lotes. O lote quatro, que prevê a construção de três navios de produtos claros e dois de escuros, terá o resultado divulgado em data a ser fixada. Segundo a estatal, os estudos técnicos indicaram a necessidade de novas diligências. Disputam esse lote os estaleiros Mauá e Rionave.

O lote 3, de três navios de produtos claros é disputado somente pelo estaleiro Mauá enquanto que o estaleiro Atlântico Sul e o consórcio Novo Eisa buscam construir quatro Suezmax (lote 1) e três Aframax (lote 2).

As propostas financeiras dos estaleiros para os lotes 1, 2 e 3 também foram abertas ontem e serão avaliadas pela Transpetro. O resultado desta análise assim como dos vencedores de cada lote será divulgado posteriormente.

As propostas para a construção de quatro bunkers e três gaseiros previstos nesta segunda fase ainda não tem data estipulada. O prazo para estes sete navios havia sido prorrogado a fim de permitir que os estaleiros sediados em Santa Catarina, estado atingido por enchentes e desabamentos, pudessem concorrer. O estado sedia potenciais ofertantes na construção de bunkers e gaseiros.

Segundo o presidente da Transpetro, Sergio Machado, o resultado das propostas técnicas e a análise das ofertas financeiras são mais um passo importante para a recuperação da indústria naval e demonstra a confiança do setor na continuidade dos investimentos em infra-estrutura e logística no País. “Temos as duas ferramentas mais importantes neste momento. Uma é a demanda de longo prazo, que não vai ser afetada pela crise. A outra, que no mundo de hoje é mais fundamental ainda, é o financiamento garantido. O Fundo de Marinha Mercante vai assegurar a sustentabilidade do programa”.

Assim como no Promef I, Machado destacou a importância de ter preços competitivos. “Não vamos de forma alguma contratar a qualquer preço. Temos que aproveitar o momento favorável para o País. Temos a demanda e o crédito, que é o mais difícil em meio à crise. É como ter o carro e a gasolina, a hora é de colocar para rodar”.

Vale contrata construção de 49 embarcações no País

A Vale fechou contrato de R$ 398,6 milhões para construção de 49 embarcações em três estaleiros brasileiros – o Detroit, em Navegantes (Santa Catarina), Santa Cruz, em Aracaju (Sergipe) e Rio-Maguari, em Belém (Pará). Ao todo, serão construídos 15 rebocadores (embarcações que auxiliam nas operações de manobra dos navios) e mais 32 barcaças e dois empurradores, formando dois comboios fluviais.

De acordo com a Vale, o montante investido poderá ajudar a aquecer a indústria naval brasileira e gerar cerca de 2,37 mil empregos diretos e indiretos. “Conseguimos fazer com que os estaleiros brasileiros atendessem ao trinômio custo, qualidade e prazo. Com isso, ficou mais vantajoso construir no Brasil. As entregas serão feitas com prazo de dois a três anos, sendo que as primeiras embarcações ficarão prontas em outubro de 2010”, disse o diretor de Operações Portuárias da Vale, Humberto Freitas.

Segundo a Vale, o aumento da demanda está relacionada em parte à entrada em operação do Píer 4, terminal em Ponta da Madeira, no Maranhão. O píer deve começar a operar em 2011.

Conforme Freitas, a crise internacional – que já levou a Vale a demitir 1,3 mil empregados – não fez a Vale suspender os planos de encomenda das embarcações, pois são investimentos de longo prazo. Ele acrescentou que a Vale, poderá, se for preciso, usar apenas recursos próprios no projeto.

recursos próprios. “O valor do contrato foi calculado levando em consideração recursos próprios da Vale, mas a companhia ainda vai estudar a possibilidade de utilizar o Fundo de Marinha Mercante (FMM)”, afirmou o executivo.

Onze rebocadores serão construídos no estaleiro Detroit, em Navegantes, em Santa Catarina. Outros quatro estão contratados no estaleiro Santa Cruz, em Aracaju, em Sergipe. Somente com a construção dessas embarcações serão gerados 1,53 mil novos empregos, entre diretos e indiretos.

Os rebocadores irão operar no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, no Maranhão, e no Complexo de Tubarão, no Espírito Santo, para atender, principalmente, ao transporte de minério de ferro. O primeiro rebocador será entregue ainda este ano. Os demais deverão ficar prontos até 2011. O investimento na nova frota é R$ 276,3 milhões.

Já as 32 barcaças e os dois empurradores, que correspondem a investimento de R$ 122,3 milhões, serão construídos no estaleiro Rio-Maguari, em Belém, no Pará.

O prazo de entrega dos comboios fluviais é 2010. A frota vai atender à Mina de Urucum, em Corumbá, no Mato Grosso, transportando minério de ferro na rota Brasil-Paraguai e Brasil-Argentina. Esta encomenda vai gerar 600 empregos diretos, podendo chegar a 700 no pico da construção, além de outros 140 empregos indiretos.

Atualmente, a frota da empresa integra 14 embarcações. Até 2012, a Vale deve receber mais 21 navios, que estão dentro do plano estratégico da companhia. Em 2007, a Log-In Logística Intermodal, empresa na qual a Vale detém 31,3% do capital total, anunciou a construção, em estaleiro nacional, de cinco navios do tipo porta-contêineres, para transporte de carga geral.

Os navios serão construídos no Estaleiro Ilha (Eisa), na Ilha do Governador, e terão capacidade individual de 2.700 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). O investimento total é de cerca de R$ 700 milhões.

De acordo com estimativas do governo do Estado, durante a construção dos navios, serão gerados cerca de 2 mil empregos diretos e 6 mil indiretos. A Log-In anunciou, em 2008, a construção de mais dois navios, em estaleiro nacional, para transporte de bauxita.(Fonte: Jornal do Commercio/RJ/DANIEL CÚRIO)

Estaleiro disputa navios com concorrente virtual

Transpetro lançou ontem a encomenda de quatro navios do tipo Suezmax e três Aframax da 2ª fase do Promef. O Atlântico Sul, de Suape, agora vai enfrentar o Eisa, do Rio, que ainda será construído

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) terá um concorrente ?virtual? na disputa pela encomenda de quatro navios do tipo Suezmax e três Aframax da segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef II) da Transpetro. O Estaleiro Ilha S.A. (Eisa) apresentou propostas de construção dos dois lotes de embarcações, que também são disputados pelo EAS, para montar num estaleiro que ainda não existe.

A mesma estratégia foi utilizada pelo Atlântico Sul na primeira fase do Promef. Mesmo sem ter nem iniciado a construção do empreendimento, o EAS venceu a licitação com a obrigação de, ao mesmo tempo, construir um estaleiro do zero, montar uma equipe, treinar funcionários e desenvolver o projeto dos navios.

A estratégia foi bem sucedida. O EAS ganhou a licitação para construir dez navios Suezmax e ainda conseguiu levar outros cinco navios Aframax, que foram conquistados na licitação pelo consórcio Rio Naval. Como este consórcio não conseguiu espaço suficiente para fazer os navios no Rio de Janeiro, a Transpetro colocou a encomenda dos Aframax para Pernambuco, aumentando em US$ 517 milhões a carteira do EAS.

Agora, o Eisa utiliza da mesma estratégia para tentar vencer o EAS. Começar um estaleiro do zero tem as vantagens de poder planejar melhor o leiaute e já adaptá-lo para tecnologia de ponta, o que nem sempre é possível fazer nas instalações de estaleiros que hoje operam no Rio de Janeiro.

O Eisa tem em carteira cerca de US$ 1,5 bilhão em encomendas, incluindo a produção de dez navios para a PDVSA. A empresa é controlada por German Efromovich, também dono do Estaleiro Mauá (o primeiro do Brasil) e das empresas de aviação Ocean Air e Avianca. Neste Novo Eisa, como já está sendo chamado, o grupo teria intenção de investir, pelo menos, US$ 500 milhões, que teria também capacidade de construir plataformas de petróleo e navios de apoio. O local mais cotado é o Norte do Rio de Janeiro.

?Ficamos extremamente satisfeitos com a aprovação de nossas propostas técnicas para os lotes em que estamos concorrendo. Porém, ainda não sabemos o resultado da licitação do Promef II. Portanto, o jogo continua?, afirmou o presidente do EAS, Ângelo Belellis. Agora, a Transpetro vai se debruçar sobre a análise dos preços das embarcações. Não há data definida para anunciar os vencedores, mas o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, afirmou que quer anunciá-los o mais rápido possível.

A produção de navios no Brasil ainda é mais cara do que se a Transpetro fosse encomendar o navio fora. Mas, como a aquisição é financiada pelo Fundo de Marinha Mercante (FMM), uma linha de crédito subsidiada, a diferença entre o preço cai.

A Transpetro espera que o Promef II gere 18 mil empregos. Sérgio Machado afirmou que os investimentos são mantidos independente de crise. ?Isso é um investimento estrutural, para daqui a quatro ou cinco anos. É um setor que gera emprego e é estratégico?, afirmou.(Fonte: Jornal do Commercio/PE)

Estaleiro fecha negócio milionário com a Vale

Empresa Detroit, de Itajaí, construirá 11 rebocadores, que auxiliam operações de manobra de navios

O estaleiro Detroit, de Itajaí, irá construir 11 rebocadores (embarcações que auxiliam nas operações de manobra dos navios) para a Vale do Rio Doce. A parceria foi confirmada ontem pela mineradora, com previsão de gerar 1.250 empregos.

A compra faz parte de um pacote total de 15 rebocadores, num investimento de R$ 276,3 milhões ? quatro serão construídos em Sergipe. Dos 11 a serem construídos em Itajaí, o primeiro deve ficar pronto em agosto deste ano, outros quatro em 2010 e o restante em 2011. São embarcações com capacidade de até 75 toneladas.

Seleção levou em conta técnica, prazo e preço

O diretor de Portos e Navegação da Vale, Humberto Freitas, diz que o processo de seleção das empresas teve início em meados do segundo semestre do ano passado, levando em conta questões técnicas, prazo e também o preço.

“Mantemos a política de fazer o que for possível no Brasil. Fizemos uma chamada com os estaleiros nacionais e o Detroit, que tem experiência com equipamentos maiores, conseguiu fazer um bom preço. Isso mostra a maturidade da indústria nacional ” destaca.

Os rebocadores serão adicionados à frota atual da empresa, que hoje conta com outras 14 embarcações, e irão operar no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, no Maranhão, e no Complexo de Tubarão, no Espírito Santo, para atender, principalmente, o transporte de minério de ferro.

Fonte: Diário Catarinense

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