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Brasil quer ser potência na indústria naval

Em 1979, o Brasil chegou a ser o segundo fabricante de navios do planeta. Mas o término do financiamento oficial tirou o fôlego da indústria naval brasileira, que praticamente desapareceu.

A construção de navios, no Brasil, ganhou um apoio da ciência para voltar a ter uma posição de destaque no mundo. Em São Paulo, o repórter Ernesto Paglia mostra por quê.

O braço forte do robô faz um trabalho delicado e esculpe no bloco de isopor a miniatura do futuro navio que nasceu na tela do computador. Mais do que isso: inaugura um jeito novo de construir embarcações e ajuda o Brasil a superar um gargalo que ameaça o desenvolvimento dos próximos anos.

Veja aqui a reportagem veiculada no Jornal Nacional

Uma fatia muito importante da economia do Brasil vem do mar ou pelo mar. Por isso, o sucesso completo de setores fundamentais como a indústria do petróleo e o comércio exterior depende, em grande parte, da nossa capacidade de fazer bons navios. Navios resistentes e eficientes para enfrentar as ondas mundo afora.

Em 1979, o Brasil chegou a ser o segundo fabricante de navios do planeta. Mas o término do financiamento oficial tirou o fôlego da indústria naval brasileira, que praticamente desapareceu.

Hoje, o país gasta mais de R$ 22 bilhões por ano fretando navios estrangeiros para carregar nossas mercadorias.

Para diminuir esse prejuízo, R$ 9,5 milhões acabam de ser aplicados na modernização de um centro de engenharia naval de São Paulo. O dinheiro vem, quase todo, da indústria petroleira, obrigada por lei a investir em pesquisa e desenvolvimento.

Agora, o tempo de construção de maquetes para testes na água e no túnel de vento pode ser encurtado. Em vez de dois meses de serviço em um modelo feito à mão, uma semana, no máximo, de trabalho do robô.

Peças menores, como hélices, podem ser construídas, camada por camada, em uma espécie de impressora. Apenas 17 horas na máquina em vez de 45 dias na antiga bancada do artesão.

Uma corrida para atender à recuperação da indústria naval brasileira que, hoje, já tem encomenda de 70 navios e 3 plataformas. Serviço para mais de 45 mil empregos diretos só neste ano.

“A história mostrou que essa indústria naval, que tem uma importância muito grande, depende do domínio do conhecimento. Nós não seremos eficientes o suficiente se a gente não dominar o conhecimento tecnológico. Para aquele que vai comprar no primeiro momento, sairá mais barato comprar fora do país, mas para o país não, sairá mais caro”, explicou Carlos Padovezi, do Centro de Engenharia Naval – IPT.

Fonte: Globo.com

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