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Indústrias catarinenses buscam oportunidades

Com a descoberta de reservas de petróleo e gás no pré-sal, que começam no Espírito Santo e terminam em Santa Catarina, abre-se a possibilidade de ganho para diversas regiões do Brasil. Para Santa Catarina, mais especificamente o Norte catarinense, não será diferente.

Na opinião do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, as oportunidades para as indústrias podem aparecer. A declaração foi feita ontem, em visita do presidente da estatal a Joinville, onde se encontrou com empresários da região para falar sobre o pré-sal.

– A tradição da indústria mecânica, de auto-motores e os projetos para a construção naval que existe na região é uma característica importante. A cadeia de fornecedores vai precisar de aço, tubos, compressores, parafusos e outros equipamentos, por isso existe uma possibilidade enorme de fornecedores. Tudo depende da resposta às demandas que vamos ter – afirmou Gabrielli.

Ele explica que não há um setor específico que vai se prevalecer assim que a exploração do pré-sal começar.
– Precisamos de parafusos, mas não é qualquer tipo. Também será necessário investir em tecnologia.
Em um exemplo prático, a Petrobras compra o navio, mas não é responsável pelo mobiliário e equipamentos que estão dentro dele.
– Existem alguns milhares de equipamentos dentro de cada componente que vêm de fornecedores indiretos.

Por isso, para saber quem indiretamente pode sair lucrando com o pré-sal, será necessário analisar as características das indústrias locais. A ideia de Gabrielli é reforçada pelo presidente da Associação Empresarial de Joinville (Acij), Carlos Rodolfo Schneider, que acredita no potencial da indústria catarinense.

– Santa Catarina, e principalmente a região Norte do Estado, estão preparadas para fazer parte desta cadeira produtiva – avalia.

A entidade organizará um seminário em parceria com a Petrobras para detalhar que tipo de indústria pode ser beneficiada. O pré-sal ocupa uma área de cerca de 149 mil m² há pelo 5 mil metros de profundidade. Por enquanto, as principais descobertas estão na Bacia de Santos, mas a exploração só deve começar depois que os projetos que regulamentam as atividades forem aprovados.

Fonte: Diário Catarinense

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