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Indústria naval brasileira quer estabelecer metas

A indústria naval quer que a Petrobras crie metas específicas de conteúdo local para incentivar a cadeia de fornecedores brasileiros a suprir os atuais gargalos e atrair a vinda de novos fabricantes para o Brasil.

“Já temos mais de 20 empresas estrangeiras interessadas em vir a produzir aqui equipamentos para estaleiros e armadores”, disse nesta segunda-feira o vice-presidente do Sindicado Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval (Sinaval), Franco Papini.

O Sinaval sugere que a Petrobras apresente metas distintas de conteúdo local por item fabricado e não apenas índices abrangentes para plataformas, sondas e navios.

Dentre as multinacionais que demonstraram interesse em estrear ou ampliar sua gama de produtos produzidos aqui estão a ABB, que manifestou a possibilidade de fabricação de thrusters (tipo de equipamento propulsor para manobra de embarcações), Rolls Royce, Dahiatsu, Wartsila e Raytheon, dentre outras.

Papini informou que o sindicato se reuniu recentemente com a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, para fazer um mapeamento do setor naval.

“Alguns itens não terão como ser fabricados no país, mas outros, como motores de geração elétrica, hoje 100 por cento importados, podem ser feitos pela indústria nacional.”

Segundo o executivo, o Sinaval elaborou recentemente um mapeamento e constatou que o índice de conteúdo local em navios petroleiros já atinge 70 por cento. No caso de navios de apoio, a nacionalização é de 61 por cento e em plataformas de petróleo tipo FPSO (espécie de barco-plataforma) o índice é de 64 por cento.

Hoje a Petrobras possui uma cota de 65 por cento em média de conteúdo local para suas encomendas de plataformas e sondas, mas não há exigência de nacionalização para navios petroleiros e de apoio.

PETROBRAS

Logo após a sua posse no comando da Petrobras, Graça Foster, como é chamada, disse que irá priorizar os fornecedores locais em detrimento de fabricantes estrangeiros que ofereçam melhor custo-benefício.

Ela explicou que a política de conteúdo local “não é nacionalista” e que a empresa passará por uma curva de aprendizado até conseguir implantar os coeficientes necessários de nacionalização.

Especialistas do setor de petróleo têm repetido que o programa de conteúdo local é uma das principais amarras que impedem a companhia de atingir as suas próprias metas de expansão da produção de petróleo.

Com as informações – Leila Coimbra / Reuters

Fontes: Portal Marítimo

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