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P2 investe R$ 670 milhões em estaleiro em SC

Sem alarde, o Pátria Investimentos e o grupo Promon estão se preparando para iniciar investimentos de R$ 670 milhões em um novo estaleiro para atender a indústria do pré-sal. Batizada com o nome fantasia de Oceana, a nova empresa será responsável pela fabricação de pelo menos quatro embarcações que serão oferecidas em licitações da Petrobras nos próximos meses.
 
A empresa foi criada pelo P2 Brasil, o fundo de investimentos em infraestrutura criado por Pátria e Promon. Conforme o jornal ‘Valor’ apurou, a área onde o estaleiro será erguido tem 310 mil metros quadrados e já foi adquirida pelo preço de R$ 30 milhões. O terreno fica na cidade de Itajaí – litoral de Santa Catarina. O local é próximo a fontes petrolíferas e tem ampla mão-de-obra especializada – hoje, a cidade já tem dois estaleiros em operação: Detroit Brasil e Estaleiro Itajaí, e no outro lado do Ítajai-Açú: Navship e Keppel Singmarine Brasil em Navegantes.
 
A Prefeitura concedeu, em troca da instalação da empresa, isenção de 50% do Imposto sobre Serviços (ISS) e até 100% de isenção de outros impostos municipais, como alvarás e taxas de aquisição de imóvel.
 
O empreendimento da Oceana já recebeu licença ambiental prévia da Fundação do Meio Ambiente do estado de Santa Catarina em dezembro. Hoje, a companhia só aguarda a licença de instalação para iniciar a construção. Essa licença estava prevista para sair, inicialmente, em abril – mas até agora não foi liberada. A empresa aguarda ter o documento nos próximos 15 dias.
 
Caso a expectativa se confirme, o início da operação deve ocorrer em 2013. A entrega das primeiras embarcações está prevista para 2015.
 
O Fundo de Marinha Mercante (FMM) incluiu o projeto dentre as prioridades para financiamento no fim do ano passado. Na época, foi determinado que o projeto poderia receber financiamentos de até US$ 138,4 milhões do fundo para sua construção. As quatro embarcações iniciais também foram incluídas, devendo receber até US$ 246,4 milhões em financiamentos. A empresa também já tem autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para operar por prazo indeterminado.
 
 
O estaleiro nasceu depois do diagnóstico, por parte dos controladores, de que as embarcações de médio porte e com alto teor tecnológico para apoio à indústria de óleo e gás são hoje predominantemente importadas. As primeiras unidades a serem fabricadas são do tipo PSV 4500 – mais da metade das unidades desse modelo que operam no país são de origem estrangeira.
 
Segundo o ‘Valor’ apurou, mais embarcações podem ser incluídas nos projetos da Oceana caso haja demanda e novos modelos também podem ser fabricados.
 
A intenção dos controladores é que a companhia tenha duas subdivisões. Além da construção naval, atividade que será feita por meio da Oceana Estaleiro, ela atuará na operação das embarcações, por meio da Oceana Navegação. O objetivo da segunda companhia é oferecer o apoio logístico à indústria de produção e exploração de óleo e gás.
 
O comitê de gestão da empresa é composto por três membros, sendo que dois já têm experiência no setor de construção naval: Josuan Moraes Junior, ex-executivo do estaleiro Detroit a agora presidente da Oceana Estaleiro; e Divalmir de Souza, co-fundador do estaleiro ETP (no Rio de Janeiro) e atual presidente da Oceana Navegação. Além disso, participa do comitê Guilherme Caixeta, ex-executivo da Votorantim e atual diretor do P2 Brasil.
 
A Oceana é a terceira empresa a receber investimentos do P2. Criado em 2008 para administrar recursos em infraestrutura, o fundo captou US$ 1,15 bilhão e poderá investir cerca de US$ 5 bilhões (alavancados) em logística, óleo e gás e saneamento nos próximos anos.
 
Antes da Oceana, o fundo comprou 97% da NovaAgri especializada em logística de commodities agrícolas, e também criou a Hidrovias do Brasil – especializada em logística de transporte aquaviário. Procurada pela reportagem, a Oceana preferiu não comentar os investimentos.
 
Com as informações: Valor Econômico

5 Respostas

  1. Todos torcem pra que este saia do papel!

    Pequena correção, Navship e Keppel NÃO FICAM EM ITAJAÍ ficam em NAVEGANTES!!!! e o estaleiro Itajaí só faz barcaça. Jornalistas por favor se informem melhor.

  2. Bem colado Caetano! Já corrigido!

  3. Tecnológo e técnico naval , quem tem mais condições de próspera nesse plano? Danubia

  4. Ozzy. Não tenho uma ideia feita sobre isso. A única coisa que eu sei é de que: Quem busca o conhecimento serão os melhores!

    Continue lendo os nossos posts!

    Abraço

  5. Como faço pra enviar um currículo para essa nova empresa?

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