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Sete Brasil patrocina prêmio de qualidade em estaleiros

Pelo segundo ano, a Sete Brasil, companhia que reúne capitais para construção de ativos para o setor marítimo e de petróleo, é uma das patrocinadoras do Prêmio Naval de Qualidade e Sustentabilidade (PNQS). A premiação tem como objetivo reconhecer as ações de desenvolvimento da sustentabilidade da Indústria Naval, e a inclusão de práticas inovadoras ou de aperfeiçoamento para a competitividade do setor. Para João Ferraz, presidente da Sete Brasil, o patrocínio ao evento mostra a preocupação da empresa em apoiar ações que envolvam o crescimento sustentável e responsável da indústria naval no Brasil. “A Sete Brasil acredita que a nova fase de crescimento econômico no país deve, obrigatoriamente, estar vinculada no respeito às relações humanas, ao meio ambiente e na eficiência empresarial, por isso nos comprometemos na realização desta premiação”, salienta Ferraz.

Poderão participar do PNQS estaleiros e empresas que sejam fornecedoras de bens ou serviços para o segmento de construção e reparação naval e offshore. Os interessados poderão inscrever os relatos das iniciativas até esta sexta-feira. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 12 de novembro, no Rio. As empresas ganhadoras terão direito a um selo demonstrando o trabalho sustentável que realizam. O prêmio é uma realização da Fundação ARO, com apoio do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), e conta também com patrocínio da Caixa – que também esteve presente no ano passado – e do Sebrae.

A construção naval estava em forte crise em 2002, com total nacional de mão-de-obra de 2 mil pessoas. No momento, o nível de emprego supera 62 mil profissionais e, com a criação de novos estaleiros, caminha-se celeremente para se alcançar a marca de 100 mil empregados. Ao mesmo tempo, no entanto, frisa o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, que o setor teve o cuidado de não evoluir apenas na técnica e no faturamento, mas de olho na qualidade e sustentabilidade, que são a marca humana e social da construção naval. O Sinaval deu um passo à frente quando conseguiu normas de trabalho específicas para o setor – não mais derivadas da construção civil – e alcança novo patamar ao mostrar sua preocupação com qualidade e sustentabilidade.

 Desafios

Apesar da demanda interna aquecida e dos incentivos do governo, para se tornar competitiva, a indústria naval brasileira tem muitos desafios a superar. A discussão dos fatores que podem melhorar a competitividade de estaleiros e fabricantes de navipeças nacionais ganhará espaço durante o 3º. Naval Sumit, que o grupo IBC vai promover no Rio, a partir de 27 de novembro.

Segundo o Sinaval, que estará representado no evento pelo secretário-executivo Sergio Leal, o país agrupa 52 estaleiros, que trabalham freneticamente para atender a uma lista de pedidos que deve incluir, até 2020, 50 plataformas, 50 sondas, 500 embarcações de apoio e 130 petroleiros. O segmento offshore é o que mais impulsiona o setor, e no Naval Summit serão discutidos os planos de desenvolvimento das principais operadoras de óleo e gás, renovação e modernização da frota, investimentos em apoio marítimo, cabotagem e nevagação.

Uma sessão especial do Naval Summit trará ao público apresentações sobre o Estaleiro Guarujá 2, da Wilson, Sons, e da unidade de construção naval no Porto de Açu, realização do grupo de Eike Batista no Norte fluminense. A Wilson, Sons está investindo US$ 50 milhões no Guarujá 2, que terá um dique seco para o lançamento de embarcações PSV de tamanho médio, e o detalhamento do projeto será conduzido pelo diretor da empresa, Adalberto Souza. Pela OSX falará o diretor da unidade de construção naval, Danilo Baptista.

O professor Luciano Pires, do Coppe/UFRJ e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena), comenta: “Apesar da qualificação da engenharia naval brasileira, há um gargalo na engenharia de processos por causa de uma defasagem tecnológica do Brasil em relação aos países que se destacam no setor. Os estaleiros da Coreia do Sul, Japão e China têm centros de pesquisa próprios, que otimizam tempo e custo de produção”. O evento tem patrocínio da Mundivisas, Aveva e Man Turbo & Diesel.

Fontes: Monitor Mercantil

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