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Transpetro lança ao mar navio Anita Garibaldi

A Transpetro e o Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), lançaram ao mar nesta terça-feira (27) o navio Anita Garibaldi, primeiro de uma série de quatro petroleiros do tipo panamax que serão batizados em homenagem a mulheres que ajudaram a construir a História do Brasil. O navio foi transferido ao cais do estaleiro, onde passará por acabamentos finais, antes da entrega à Companhia para início das operações.

Com 228 metros de comprimento e capacidade para 650 mil barris, os navios panamax serão usados para o transporte de petróleo e derivados escuros. O navio Anita Garibaldi é a sétima embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) lançada ao mar.

“Em um tempo em que as mulheres ocupam posições de destaque no cenário brasileiro, como a primeira Presidenta do nosso País, Dilma Rousseff, e a primeira Presidente da Petrobras, Graça Foster, nada mais justo do que homenagear a garra, a força e a luta das nossas mulheres”, disse, em seu discurso, o diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, que representou a Presidente da Companhia no evento.

Três navios do programa – Celso Furtado, João Cândido e Sérgio Buarque de Holanda – já iniciaram as operações. Outros três navios – Rômulo Almeida, José Alencar e Zumbi dos Palmares – estão em fase final de construção. O suezmax Zumbi dos Palmares foi lançado ao mar no último dia 23, no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco.

“O lançamento ao mar do navio Anita Garibaldi comprova que a indústria naval brasileira saiu definitivamente da inércia. Em menos de uma semana, dois navios construídos por brasileiros foram lançados ao mar para os acabamentos finais. Navios que, em breve, se juntarão à nossa frota para carregar as riquezas deste país”, afirmou o Presidente da Transpetro, Sergio Machado.

O navio Anita Garibaldi tem como madrinha Rosa Cristina da Silva Carvalho de Azevedo, técnica de enfermagem e trabalho da Transpetro. Logo após o lançamento da embarcação, o Estaleiro Mauá realizou o batimento de quilha do segundo navio da série de quatro panamax encomendados pelo Promef.

Com encomenda de 49 navios e 100 embarcações hidroviárias, o Promef garantiu as bases para o renascimento da indústria naval brasileira. Três novos estaleiros foram viabilizados pelo programa: Estaleiro Atlântico Sul e STX Promar, em Pernambuco, e  Rio Tietê, em São Paulo.

Atualmente, o Brasil possui a quarta maior carteira de encomendas de navios do mundo. A indústria naval brasileira, que tinha menos de 2 mil trabalhadores na virada do século, hoje emprega mais de 60 mil pessoas.

Perfil de Anita Garibaldi (1821 – 1849)Ana Maria de Jesus Pinheiro nasceu em Santa Catarina, em 1821. Aos 14 anos, casou-se, pela primeira vez, com o sapateiro Manoel Duarte de Aguiar. Com 18 anos, conhece o italiano Giuseppe Garibaldi, à época com 32 anos, durante a Revolução Farroupilha. Anita decide seguir Garibaldi e sobe em seu navio para lutar na guerra. Participou de diversas batalhas, combatendo ao lado de Giuseppe, com quem se casou e teve quatro filhos. Recebeu o título de “Heroína de dois mundos”, por ter participado de batalhas no Brasil e na Itália. Morreu aos 27 anos, em Ravena, na Itália.

Ficha técnica/navio Anita Garibaldi

Tipo: petroleiro panamax

Porte bruto: 72.900 Toneladas de Porte Bruto (TPB)

Comprimento total: 228 mBoca: 40 mCalado:12 mAltura: 48,3 mVelocidade: 15 nós

Transporta: petróleo e derivados escuros

Capacidade para transportar 90,2 milhões de litros

Característica: navio “shallow draft” (calado reduzido)

Etapas da construção de um navio

Segundo tradição da indústria naval mundial, a construção de um navio tem cerimônias que marcam etapas fundamentais das obras: o corte da primeira chapa de aço, o batimento de quilha, o lançamento ao mar e a entrega ao armador.

É importante ressaltar, sobretudo, a diferença entre o lançamento ao mar e a entrega ao armador: 

Lançamento ao mar – Depois de concluída a edificação do casco, o navio é batizado e lançado ao mar, para os acabamentos finais. O lançamento libera o dique para o início das obras de uma nova embarcação. O navio em construção é transferido para o cais do estaleiro.

No cais, são feitas as obras de acabamento, as interligações dos vários sistemas e os últimos testes em equipamentos. Antes da entrega, o navio é geralmente levado de novo ao dique, para a limpeza do casco. Por fim, são feitas as provas de mar – viagens de curta duração que testam o desempenho geral da embarcação.

Entrega – Após a conclusão de todas as obras e testes, o navio é certificado por uma sociedade classificadora independente e entregue ao armador, para o início das operações.

Fonte: Agência Petrobras

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