• Univali

  • Seja você também um profissional da construção naval!

  • Curta nossa FanPage

  • Equipe Ubá Suy Aram

    Desafio Solar Brasil

  • ANI

  • Livro de Regras ABS

    ABS - 2008
  • Principais Estaleiros no Mundo

  • Programação de Navios

    Programação de Navios
  • Arquivos

Brasil pode se tornar potência mundial na indústria naval

O País tem, atualmente, a quarta carteira mundial na encomenda de navios, atrás apenas da Noruega, Estados Unidos e Grécia!

O Brasil pode se tornar uma potência mundial na indústria naval? Gestores públicos e lideranças setoriais dizem que sim! Na semana passada, o DL Porto&Negóciosacompanhou os debates realizados na Navalshore – Marintec South America – Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore 2013, evento realizado no Centro de Exposições SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ) e o balanço foi o seguinte: o setor está aquecido pelos investimentos no pré-sal, mas precisa pensar a longo prazo, para ter um mercado sustentável e competitivo.

O Brasil tem, atualmente, a quarta carteira mundial na encomenda de navios, atrás apenas da Noruega, Estados Unidos e Grécia. Isso, no entanto, ainda não torna o país uma potência do setor, afirmou o presidente da Transpetro, Sérgio Machado: “Estamos no último estágio para chegar lá. Primeiro começamos a construir navios, depois atingimos o índice de 65% do conteúdo nacionalizado (o chamado conteúdo local, uma norma da Agência Nacional do Petróleo e Biocombustíveis para estimular a utilização e serviços nacionais na construção de embarcações e plataformas)  e agora buscamos a meta de nos tornarmos competitivos no contexto mundial”.

E completou: “Temos estaleiros modernos e outros que estão se equipando, mas precisamos consolidar a indústria naval como um todo, de forma sustentável. Estamos aptos a dar este grande salto”.

O gerente-executivo do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Petrobras, Elizio Araújo Neto, também chamou a atenção para o potencial da indústria naval no País. “Atualmente as empresas brasileiras gastam cerca de US$ 17 bilhões com o afretamento de embarcações estrangeiras – apenas a Petrobras desembolsa US$ 2,5 bilhões na contratação de navios de outras bandeiras. Acredito que a nossa participação pode ser bem maior neste segmento”, afirmou.

Oportunidades O superintendente da Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), Jorge Bruno, destacou como o futuro é promissor. “Existe uma janela de oportunidades para os próximos dez anos no setor e será o momento para o Brasil se consolidar mundialmente. Fizemos um estudo em uma embarcação e elencamos 100 oportunidades de peças que podem ser nacionalizadas. Isso nos permite sonhar, por exemplo, com barcos de apoio produzidos totalmente com conteúdo local”, disse.

O presidente da Abenav (Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore), Augusto Mendonça, não tem dúvidas de que a indústria naval brasileira conseguirá atender todas as demandas de conteúdo local da cadeia de petróleo e gás. “Não temos problema para atender a demanda. Já atingimos 70% de conteúdo local na construção de navios petroleiros, mais de 60% nos barcos de apoio e de 64% em plataformas”, disse.

A descentralização foi um dos grandes avanços da indústria naval no País nos últimos anos, destacou o secretário executivo do Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), Sérgio Luiz Camacho Leal. “Isto está colaborando para a criação de polos regionais de desenvolvimento. Hoje o segmento emprega 73.55 trabalhadores, que podem ser triplicados se incluirmos os setores correlatos como navipeças, serviços etc. Acredito que chegaremos a 100 mil empregos gerados nos próximos anos”, disse. Atualmente há 373 obras e projetos em andamento nos estaleiros brasileiros.

Fontes: Diário do Litoral

3 Respostas

  1. tudo isso é muito bom o Brasil, moro no estado de Pernambuco a 15km do porto de Suape onde estão localizado os estaleiros Atlântico Sul, Promar e CMO (construção), hoje em Pernambuco temos + ou – 50 técnicos em construção naval formado pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) Campus – Ipojuca, e todos estão fora do mercado de trabalha, na area da industrial, uma pequena parcela estão trabalhando no estaleiro como AJUDANTE INDUSTRIAL, outros estão desempregados como eu, porque hoje no estaleiro Atlantico Sul existe varios casos de supervisor, encarregados que não sabem o que é um trocador de calor, guincho de amarração, molinete, etc e não são qualificados, não tem cursos técnicos, apenas são parentes ou amigos de uma gerente que vieram de outro estado, e os profissionais qualificados no estados estão deixando os seus familiares para trabalhar em outro estado, porque as vagas de técnicos e vagas que requer uma qualificação estão nas mãos de outras pessoas não qualificadas, tenho experiencia na area industrial, metal-mecanica e solda, como encarregado,tenho curso de técnico em construção naval mas só aparece vaga no estaleiro como ajudante, porque as outras vagas de assistente, tecnicos e encarregados são para os amigos e parentes dos supervisores e gerentes que veem de fora do estado, e foram essas mesmas pessoas que construiram o primeiro navio em Pernambuco o João Candido que apresentou uma serie de problema de fabricação, que teve que ser reparado na Correia do Sul apos entrega que demorou mais de 18 meses.

  2. Qual é a fonte que diz que o Brasil é o quarto atrás de Noruega, Estados Unidos e Grécia? E a China, Coréia e Japão?? http://www.marineinsight.com/marine/marine-news/headline/top-10-shipbuilding-companies-in-the-world-in-2012/

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: