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Cabotagem no Brasil

Aliança investe no transporte de cargas de projeto na cabotagem

As cargas de projetos, aquelas que possuem dimensões ou peso acima do permitido para embarque em contêineres, e que exigem equipamentos especiais para todas as etapas da logística, passam a contar com um transporte considerado inédito na cabotagem brasileira realizado pela Aliança Navegação e Logística.

A empresa colocará em operação, a partir de maio de 2014, o serviço de cabotagem especialmente desenvolvido para o setor de cargas de projeto. Para isso, a Aliança afretou um navio do tipo multipropósito para carregar equipamentos com grandes dimensões e volumes, entre eles, transformadores, reatores, turbinas, torres de transmissão, guindastes, geradores e pás eólicas. A embarcação terá bandeira brasileira e tripulação 100% nacional.

Nomeado de “Aliança Energia”, o navio tem capacidade para transportar, aproximadamente, 19 mil toneladas de carga, e é equipado com três guindastes, que juntos podem içar peças de até 800 toneladas.

De acordo com Mark Juzwiak, gerente-geral de assuntos institucionais da Aliança, o propósito principal da empresa é desenvolver um serviço de transporte marítimo porto a porto confiável, regular e competitivo na cabotagem para as cargas de projeto. “Inicialmente, atenderemos todo o território nacional, com destaque para as regiões Norte e Nordeste, e, quando viável, estenderemos o serviço até a Argentina, Uruguai e Chile, países que mantêm acordos bilaterais com o Brasil”, explica.

O executivo explica que a cabotagem com navios especializados tem vantagens competitivas comparando aos outros modais devido à grande distância entre as indústrias e o destino final, a infraestrutura rodoviária limitada e deficiente, a falta de transporte apropriado, longo tempo de percurso, custos, espaço para armazenagem e menor índice de avarias.

“Com a cabotagem da Aliança, temos condições de oferecer ao mercado navios apropriados, escalas regulares, possibilidade de programar os embarques, segurança da carga, custos competitivos e menor índice de emissão de CO2, contribuindo para a preservação do meio ambiente”, ressalta.

Segundo ele, com o uso da cabotagem, o tempo de viagem comparado ao rodoviário pode reduzir significativamente, dependendo do transporte, de 50 dias para no máximo 6 dias, em uma viagem de Santos para Fortaleza. “O modal marítimo é ágil e rápido. O investimento nesse setor é um pedido dos clientes, que necessitam de um serviço de credibilidade, e também do mercado, reflexo das obras que estão sendo realizadas no Brasil nas áreas de energia, óleo e gás, infraestrutura e também visando as Olímpiadas de 2016”, completa Juzwiak.

“A expectativa é de que o setor de carga de projeto equivalerá a 6% dos negócios de cabotagem da Aliança Navegação e Logística”, finaliza o executivo.

Fonte: Portos e Navios.


Log-In vai operar rota de Manaus a Santos a partir de maio

 

A empresa de logística Log-In informou na sexta-feira (4) que lançará em maio serviço de cabotagem expresso que conectará os portos de Manaus (AM) e Santos (SP) com tempo de viagem de 10 dias, segundo comunicado – quatro dias menor que serviços de cabotagem atuais, disse a empresa.

O serviço, batizado de Costa Norte Express, aumentará a capacidade de transporte de cargas entre os portos do Sul, Sudeste, Nordeste e Norte do país, conectando terminais em Salvador (BA), Suape (PE), Fortaleza (CE) e Vila do Conde (PA).

A empresa vai usar os navios Log-In Pantanal e Log-In Amazônia, cada um com 1700 Teus (unidade de medida para contêineres) de capacidade.

De acordo com a companhia, o novo serviço de cabotagem visa prioritariamente atender empresas de polo industrial de Manaus que necessitam enviar seus produtos aos mercados do Sudeste e Sul do país com uma maior frequência do que as linhas atuais.

A Log-In informou ainda que o Costa Norte Express terá frequência quinzenal e, somado com outra rota da Log-In – o Serviço Amazonas – a empresa fará seis escalas por mês em Manaus. Já a conexão do novo serviço com a rota Atlântico Sul permitirá o envio de carga para Buenos Aires, via Manaus, disse a empresa.

Fonte: IG Economia.

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