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Navio Dragão do Mar faz viagem inaugural

O navio Dragão do Mar, terceiro fabricado pela Transpetro em Pernambuco. A presidente da república participa da viagem inaugural, ao lado de autoridades e do presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Ela sentou na cadeira do comandante e arrancou gritos da plateia. Simpática, a presidente está tirando fotos com as pessoas que estão no navio.

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Dados técnicos
Dragão do Mar é a sétima embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a entrar em operação, e a terceira da série de 10 navios do tipo suezmax – com dimensões que permitem passagem pelo Canal de Suez – encomendados pela Transpetro ao Estaleiro Atlântico Sul. O Blog do Planalto conversou com a tripulação do petroleiro. O comandante R. Schmidt, capitão de longo curso, contou sobre a capacidade e as características do navio.

“É um navio da classe suezmax, com capacidade de transportar um milhão de barris de óleo cru, o que corresponde a 45% da produção nacional diária de petróleo. É um navio com 274,4 metros de comprimento, 48 metros de largura e um calado de aproximadamente 17,3 metros. (…) É um navio com 26 tripulantes entre homens e mulheres, em todas as funções, sendo que hoje nós estamos com duas oficiais de máquinas, uma auxiliar de saúde e uma cozinheira, quatro mulheres no total a bordo. (…) É um navio de última geração, construído no estado da arte”, declarou.

O imediato Blas Lopez destacou a preocupação com segurança e preservação ao meio ambiente na operação do petroleiro. “Sou responsável pela segurança, sou responsável também pela parte de pessoal. E a nossa missão é sempre manter o meio ambiente protegido tanto no mar quanto no porto. A preocupação que a empresa espera da gente (…), que preza pela segurança e pelo meio ambiente”, afirmou.

O Dragão do Mar é um navio que tem embarcada tecnologia de ponta, possuindo inclusive uma planta de geração de água doce. O chefe de máquinas, Ricardo Ferreira, falou sobre este e outros sistemas presentes na embarcação.

“Nós temos a bordo do nosso navio o motor principal, que tem uma potência que equivale em torno de 1.800 motores de carros médios. (…) Nós temos diversos sistemas, (…) nós temos uma planta de tratamento de óleo combustível, nós temos uma planta de geração de água doce, que produz em média 40 mil litros de água/dia. Nós temos uma planta de geração de vapor, que é composta de duas caldeiras auxiliares. Nós temos uma série de componentes paralelos: geração de ar comprimido, geração de frio para as acomodações, geração de frio para o sistema frigorífico, (…) temos um painel com todas as informações, tudo o que acontece em tempo real. É um navio que tem embarcada tecnologia de ponta, o que existe de mais moderno atualmente no nosso meio de trabalho”, relatou.

Para a construção do Dragão do Mar, foram usadas mais de 21 mil toneladas de aço para a estrutura e mais 860 toneladas de acessórios para o casco, 500 mil litros de tinta e mais de 110 mil metros de cabos elétricos.

Fonte: Diário de Pernambuco.


Dilma defende em PE investimentos na indústria naval

 

A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que o Brasil precisa da indústria naval para se tornar um país mais rico e defendeu o investimento federal no setor. “Tenho orgulho de termos reconstruído a indústria naval. Mudamos radicalmente a política de compra para escolher produção local”, afirmou durante cerimônia de viagem inaugural do navio petroleiro Dragão do Mar e batismo do navio Henrique Dias, no Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca (PE).Dilma afirmou que, em 2003, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que, tudo o que pudesse, seria produzido no Brasil. “Nós desde lá continuamos escolhendo esse caminho. Muita gente critica, mas decidimos que a Petrobras deveria priorizar o produto nacional, criar empregos, qualificar trabalhadores”, disse.

“Lá em 2003 diziam para mim e para a Maria das Graças Foster (atual presidente da Petrobras) que nós não íamos conseguir fazer nem casco de plataforma ou casco de navio. Como nós duas somos incrédulas quando se trata de desmerecer o trabalhador brasileiro e a indústria nacional, nós não acreditamos nisso, nós insistimos e nós teimamos”, afirmou, no primeiro evento público em que Dilma e Graça aparecem juntas desde o início da onda de denúncias envolvendo a estatal. “O Brasil é capaz de produzir navios e plataformas.”

Dilma lembrou que o Brasil já foi a segunda maior indústria naval do mundo na década de 80. “A partir de lá fomos numa trajetória para baixo. Não havia incentivos e política de compra. Mudamos isso e hoje produzimos em vários lugares do Brasil”, disse. Segundo ela, hoje cerca de dez Estados brasileiros têm estaleiros ou plantas que dão sustentação à indústria. “Estaleiros surgiram de Norte ao Sul do Brasil.”

A presidente afirmou que os empregos na indústria naval foram multiplicados por dez ao longos dos últimos anos. “Era perto de 8 mil empregos e hoje está perto de 80 mil, e isso é algo de que um país não pode abrir mão sob pena de ser um país que não leva em consideração a sua população.”

Fonte: Agencia Estado.

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