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Linha de cabotagem em Natal reduz até 30% do pagamento de frete de mercadorias

Os presidentes da Federação das Indústrias do RN, Amaro Sales e Federação do Comércio do RN, Marcelo Queiroz e o de Bens, Serviços e Turismo do estado, Marcelo Fernandes de Queiroz e da Companhia Docas do RN (Codern), Pedro Terceiro e empresários se reúnem esta semana para passar o preto no branco com relação operação de uma linha de cabotagem (transporte por navios entre portos de um mesmo país) para o Porto de Natal.

Já é chegada a hora de se resolver essa questão: a novela está pior do que remoção da pedra da bicuda que atrapalhava a entrada de navios de maior calado para ter acesso ao Porto de Natal.

É claro que a engenharia para fazer acontecer uma linha de cabotagem não é fácil, principalmente no Brasil, cheio de contrastes, má vontades e outras dificuldades que nem Freud explica. Mas, como a persistência vence os desafios, o presidente da Codern, Pedro Terceiro desde que assumiu o cargo vem lutando e agora se vê uma luz no túnel.

O gerente geral de Operações da empresa carioca Log-In Logística Intermodal, que pretende operar uma linha de cabotagem para o Porto de Natal, Celso Possas Júnior apresentou o projeto ao presidente da Fecomércio e da Codern confirmou que o Porto de Suape, em Recife, está trabalhando no limite e é um dos portos mais caros do mundo. O porto de Pecém também opera no limite. Certamente que a operação de cabotagem no Porto de Natal é viável e irá atrair muitos empresários. O apoio da Fecomércio que se soma ao da Fiern, é fundamental para isto”, afirmou ele.

No início desta semana, o diretor-presidente da empresa de cabotagem Log-in Logística Intermodal, Vital Jorge Lopes esteve em Natal destacando oficialmente o interesse na operação de linhas regulares no Porto de Natal.

A empresa planeja, gerencia e opera soluções para a movimentação de cargas de cabotagem. Vital Jorge explicou que a companhia tem uma ampla rede integrada que facilita a movimentação portuária e o transporte “porta a porta”. Ele explicou que a Log-in tem uma extensa malha intermodal, que permite abrangência geográfica com o Brasil e o Mercosul. O transporte porta a porta significa que a Log-in não só faz a linha portuária, mas também trata de toda a operação de transporte da carga, desde a coleta do produto na origem até a entrega no destino. “Isso garante facilidade no controle de todo o processo de gestão da cadeia logística e condições de competitividade”, explicou Vital Jorge.

Segundo Marcelo Queiroz a economia que as empresas podem fazer adotando a cabotagem em suas matrizes de transporte será compensadora. “Em média, estes custos tendem a cair cerca de 30%. É uma economia muito relevante. Além disso, temos o ganho de retirar milhares de caminhões de nossas ruas e rodovias e até, em um segundo momento, de possibilitarmos a redução dos preços de alguns itens ao consumidor, assegurou.

Fonte: Portogente/ Portal no Minuto

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