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Petrobras terá investido US$ 102 bi no pré-sal em 12 anos, diz Foster

A presidente da Petrobras, Graça Foster, afirmou que a empresa terá investido, até 2018, US$ 102 bilhões de dólares com a exploração e a produção nas áreas do pré-sal desde sua descoberta, em 2006.

Desse total, US$ 20 bilhões já foram investidos até 2013. O restante será desembolsado entre 2014 e 2018.

“Em 2020, estaremos produzindo 4,2 milhões de barris por dia, grande parte no pré-sal. Por isso, até 2018, vai acumular um valor de US$ 102 bilhões de dólares. Isso são valores já contratados. É compromisso assumido pela Petrobras”, disse Graça, durante a palestra de abertura no 4º Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, que acontece na Fundação Getúlio Vargas.

Graça não quis comentar as declarações dadas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em entrevista exclusiva à Folha neste último domingo (1).

Segundo o ex-executivo, que dirigiu a área de abastecimento da empresa entre 2004 e 2012, o custo da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foi calculado utilizando-se uma “conta de padeiro”: estimou-se o custo de uma refinaria no México, na época entre US$ 15 mil e US$ 20 mil, e multiplicou-se pela capacidade pretendida para o projeto brasileiro, sem considerar particularidades do mercado e da logística locais.

Quando apresentado, o projeto apontava investimento de US$ 2,5 bilhões. Hoje, a previsão é de US$ 18,5 bilhões.

“Não é que eu não queira falar. Eu não posso falar”, disse Graça, ao ser abordada por jornalistas na saída do evento.

PRODUÇÃO

Durante sua palestra, Graça comemorou a produção recorde de 470 mil barris de petróleo no pré-sal, atingida em 11 de maio.

Segundo a executiva, 22% do óleo produzido no Brasil no mês passado veio dos poços das reservas abaixo do sal. Disse, ainda, que a marca de 500 mil barris na nova fronteira de produção está próxima.

Graça informou que o melhor poço produtor de petróleo do Brasil está no campo de Sapinhoá, no pré-sal, acoplado à plataforma Cidade de São Paulo, com produção de 35 mil barris por dia.

Em abril, a produção média diária de petróleo no Brasil foi de 1,933 milhão de barris.

O tempo que a empresa leva entre o início da perfuração de um poço e sua completação (prepará-lo para iniciar a produção), que era em média de 184 dias, atingiu a marca de 142 dias este ano. Somente a perfuração caiu de 134 dias para 60 dias.

“Considerando que o custo para perfurar é de US$ 1 milhão por dia, estamos aumentando sobremaneira nossa produtividade”.

CONTEÚDO LOCAL

Graça disse que a política de conteúdo local “definitivamente, não é um obstáculo”. Mas defendeu que a indústria naval invista em produtividade.

“É um investimento que as empresas fazem para desenvolver a indústria no Brasil. Evidentemente temos exemplos bem sucedidos da política de conteúdo local nessa indústria, mas também temos atrasos históricos verificados na China e na Noruega. Mas é evidente que a indústria naval precisa investir em produtividade”.

Fonte: Folha de São Paulo/SAMANTHA LIMA DO RIO

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