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Japoneses ampliam investimentos no Brasil

Durante a feira marítima Marintec/Navalshore, no Rio, estão sendo intensos os contatos entre empresários brasileiros e internacionais. A mostra reúne expositores de 17 países, que estão estabelecendo associações e fazendo negócios. A Zona Franca de Manaus quer atrair indústrias de peças navais, e a Korea International Trade Association fez acordo para troca de tecnologia. O presidente do Sindicato Nacional da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, se encontrou com dirigentes do Uruguai, que pretendem assinar parcerias com os brasileiros. Nesta quarta-feira, Rocha recebeu dirigentes da fabricante de motores Daihatsu, do grupo Toyota, que já fornece motores para o Brasil. Fala-se em possível fábrica no Rio.

Na oportunidade, Máximo Alves, do grupo UTC, garantiu não haver possibilidade de insucesso na construção de navios-sonda no Brasil, pois os estaleiros contam com tecnologia de primeira linha. Nada menos de quatro grandes grupos japoneses já investem na construção naval brasileira e, nos últimos dias, foram intensificados contatos, que poderão resultar na entrada de acionistas japoneses em empreendimentos nacionais. No momento, a Ishikawajima tem participação no pernambucano EAS; a Kawasaki no estaleiro Enseada (BA); a Toyo no EBR e a Mitsubishi no ERG, esses dois últimos localizados no Rio Grande do Sul. A partir de relatos positivos desses quatro investidores, outros grupos poderão desembarcar no país.

Sobre competitividade, Rocha destacou que o Brasil se ombreia com a Europa e tem custo 30% superior ao dos asiáticos – mas frisou que nosso câmbio está contido e que ninguém sabe qual o grau de subsídio de coreanos e chineses. O Sinaval enviará documento aos presidenciáveis, mostrando não só a necessidade de se preservar as encomendas aos estaleiros, como citando a importância de se ter marinha mercante brasileira, que encomende navios no país. Em relação à necessidade de o Brasil escolher um ou outro tipo de navio para ser competitivo, Rocha contestou, dizendo ser sugestão de neófitos. Explicou que há estaleiros especializados em petroleiros, em barcos de apoio, em navios de gás, plataformas e navios-sonda, e que a construção naval deverá continuar com múltiplas opções para os clientes.

 

Fonte:Monitor Mercantil.

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